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Virada Cultural




Virada Cultural  em São Paulo, dias 18-19 de Maio 2013

Dois dias de muita música, arte, dança, celebração.

Criada para refletir o espírito tipicamente paulistano de uma cidade que “nunca para”, a Virada Cultural é um evento promovido pela Prefeitura de São Paulo, com duração de 24 horas, que oferece atrações culturais para pessoas de todas as faixas etárias, classes sociais, gostos e tribos que ocupam, ao mesmo tempo, a mesma região da cidade.

Inspirada na “Nuit Blanche” francesa, que se baseia na inversão de expectativas, como, por exemplo, museus abrindo de madrugada, em São Paulo, o evento traz programação diversa distribuída por todo o centro. Aqui, a Virada Cultural busca, antes de tudo, promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar do Centro da cidade por meio da arte, da música, da dança, das manifestações populares.

Desde sua primeira edição, em 2005, a Virada Cultural atrai milhares de pessoas de todas as partes de São Paulo e do Brasil até a região central da cidade. Ao longo dos anos, a festa foi se difundindo cada vez mais por este perímetro, até recentemente incorporar a região da Luz, além da República e Anhangabaú.

A primeira edição ocorreu no mês de novembro, o que se mostrou uma escolha inadequada por conta da temporada de chuvas. Nos anos seguintes, o evento passou a ser realizado entre abril e maio.
Além da rede municipal de equipamentos – incluindo os Centros Educacionais Unificados (CEUs) –, a organização da Virada Cultural conta com parceiros estratégicos como o SESC e o Governo do Estado, que aderem com seus equipamentos culturais descentralizados. O Metrô de São Paulo ficou aberto durante as 24 horas do evento, garantindo a circulação das pessoas.

Entre as atrações: Jorge Mautner Fernando Zauben - Ópera Monster, DJ Luiza K,Agnaldo Timóteo, DJ Xerxes, Mustache e os Apaches,Cida Moreira cantando Iggy Pop e Tom Waits,Rita Cadillac, Elke Maravilha,Nega Duda e o Samba do Recomcavo Bahiano,Orquestra de Berimbaus, Fandango de Tamanco de Cuitelo, Urucungos, Puítas e Quinjengues, Banda Uó, Otto, Mombojó, Vanguart,Teatro de Bonecos - Espetáculos de Variedades, Teatro de Rua - O Concerto da Lona Preta, Orquestra Sinfônica Municipal, Fagner, Ângela Rô Rô e muito mais.



CLIQUE E VEJA PROGRAMAÇÃO COMPLETA



Fonte: PSP


Festival de Curitiba

Em Curitiba está sendo realizado o Festival de Curitiba desde o dia 29 de março e vai até 10 de abril. A programação está disponível no site www.festivaldecuritiba.com.br.


Muitas peças, gastronomia, conversas e muito mais.

O Festival de Curitiba consolidou-se como uma imensa vitrine para artistas e companhias de teatro do Brasil e do exterior. Um espaço para todas as artes que mantém o pé firme no teatro, mas reúne dança, circo, stand-up, improviso, teatro físico, gastronomia. Abrange propostas tradicionais e também aquelas que propõem desafios ao público e traçam novos caminhos para a arte.
Entre teatros e outros espaços tradicionais, a cultura marca presença em barracões, ruas, praças, bares e os mais diversos locais de Curitiba. Inovador, autêntico e divertido, o Festival de Curitiba completa 20 edições, recebendo companhias de diversos estados do Brasil e do exterior, promovendo o encontro de uma enorme diversidade artística e humana na cidade – ingrediente especial que faz do evento um grande sucesso.
Na platéia, gente de todo o Brasil. Essa visibilidade para o trabalho de quem participa do evento é nacional. Nessa caminhada de 20 anos, o Festival de Curitiba firmou a cidade como referência no cenário teatral brasileiro e reservou seu espaço na agenda cultural do país.
Histórico
O Festival de Teatro de Curitiba nasceu numa mesa de restaurante. Sem saber ao certo o alcance e a força das idéias que ali surgiram, um grupo de jovens amigos dava os primeiros passos para o que viria a ser um dos mais importantes eventos de teatro da atualidade. Os estudantes Leandro Knopfholz e Carlos Eduardo Bittencourt, então com 18 e 22 anos, tinham acabado de ver a peça New York, New York, de Edson Bueno, no Teatro Guaíra e resolveram esticar a noite num dos diversos restaurantes da cidade. Enquanto escolhiam os pratos do cardápio, lamentavam o parco número de peças de teatro em cartaz na cidade. Leandro, talvez entusiasmado pelo espetáculo que tinha acabado de ver, sugeriu ao amigo que ao invés de apenas lamentar, poderiam organizar um festival na cidade. Carlos ficou na dúvida, mas Leandro lhe desarmou com um célebre "Por que não?”.
A partir daí começou o corre-corre: campanha, patrocínios, programação e produção. Leandro e Carlos chamaram os amigos Cássio Chamecki e Victor Aronis Em dezembro de 1991 eles promoveram a festa de lançamento do Festival, que iria estrear no dia 19 de março do ano seguinte. Ninguém acreditaria que aquela idéia, surgida em uma conversa de restaurante, seria realizada com tanta agilidade, e nem que duraria tanto.
A Edição 1992 do Festival trouxe ao Paraná grandes nomes do teatro brasileiro, como Antunes Filho, José Celso Martinez Correia e Gabriel Vilella. Quando viram os convidados no saguão do hotel, os amigos sentiram um frio na barriga: "Meu Deus, olha só o que a gente fez".
Desde então, Curitiba transforma-se em um imenso palco, onde – até a edição passada – foram apresentados cerca de 2800 espetáculos para um público estimado em 1,6 milhão de pessoas.


"Tudo o que você vê"



Tem o Fringe

Fringe, que em inglês significa “franja” ou “margem”, é inspirado no maior festival de artes do mundo, o Festival Internacional de Edimburgo, Escócia. Lá, o Fringe surgiu espontaneamente em 1947, quando companhias escocesas e inglesas que não estavam na programação do evento resolveram virar a mesa e criar uma “fenda” pra eles. O Fringe deu certo e nós repetimos a receita aqui com a mesma função: ser um espaço democrático.
A participação no Fringe é livre, isto é, não há uma curadoria, e depende unicamente da disponibilidade de espaço na grade de programação dos teatros. As companhias vêm ao Festival por iniciativa própria, em busca de público e crítica.
Os teatros da cidade também têm no Fringe um espaço para criar e apresentar mostras próprias, projetando com a programação oferecida no evento a sua tradição, reforçando suas vertentes e criando identidade com o público que é já cativo do espaço, formando plateia para o ano todo.
No Brasil o Fringe está presente no Festival de Teatro de Curitiba desde a 7a edição, em 1998. O Fringe é um espaço aberto. Isso oportuniza termos num mesmo Festival, trabalhos inovadores e montagens de textos consagrados. Por ter seus trabalhos expostos à críticaespecializada reunida para o evento, muitas companhias, atores e diretores, são contratados para apresentar seus trabalhos em outros locais, mostras e festivais em função da participação no Fringe.

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